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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Fragmento (i)letrado

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às vezes penso que meu cérebro trabalha feito um louco insano que não sabe a hora de dar uma trégua... sempre que passo as páginas, as abas, as placas de qualquer enunciado com sentido completo buscando as concordâncias, as regências, as formas gramaticais perfeitas, acredito estar adentrando num universo paralelo ao qual só eu dou importância, visto que pouco interessa aos demais, na minha limitada visão, o fato de que a conjugação correta dos verbos tem sim alguma relevância sobre o universo... sobre a vida... sobre as pessoas... a premissa de desejar um mundo não todo às avessas, o simples desejo ou a crença de achar que cada palavra tem um significado absoluto e distinto das demais me torna uma pessoa avessa ao que a maioria vivencia... talvez seja apenas mais uma ilusão de alguém que terminou Letras, mas qual a importância de se ensinar as entrelinhas de uma língua tão confusa, tão difundidamente difícil e complicada a pessoas que não veem o que eu vejo? acredito, digo até que m…